Baixa
estatura e problemas ortopédicos tratados com o PCA
....................................................................................................................................................
Criado pelo
cientista e biomecânico do movimento, Heromar Coelho, o PCA
(Programa de Crescimento em Altura) é sucesso dentro e fora do
País. O método é patenteado e protegido intelectualmente. Não
trata somente de pessoas com baixa estatura, mas também cuida de
problemas ortopédicos, como cifose, escoliose, lordose, hérnia
de disco e osteoporose. De acordo com o criador, é indicado
também para problemas posturais, encurtamento de membros,
desenvolvimento desigual das mamas, aumento mamário (sem
silicone), crescimento de membros reimplantados, distúrbios
neuromusculares (Doença de Parkinson, Ataxia, etc.),
desequilíbrio, falta de força e outros. Como é um procedimento
fisiológico não invasivo, não há necessidade de medicamentos ou
cirurgias.
O trabalho é fundamentado cientificamente na Engenharia
Biomédica (engenharia no corpo humano), Reologia (ciência que
estuda as deformações), Biomecânica Clínica (ciência que estuda
as forças que atuam no organismo e seus efeitos), Medicina
Espacial (estuda o efeito da microgravidade no corpo) e Medicina
Desportiva (estudo clínico e científico dos exercícios). São,
portanto, novos estudos e ciências com a finalidade de alcançar
uma resposta positiva não só postural mas também na estrutura
anatômica.
Segundo Heromar, para cada pessoa existe um tratamento adequado
e personalizado. Obviamente não se exclui o tratamento médico
convencional ortopédico, endocrinológico ou cirúrgico quando
necessário. O método auxilia também na reabilitação, função,
estética e aparência.

Cientista Heromar Coelho, criador dos métodos PCA e Ginástica
Ortopédica
Inicialmente é
feita uma avaliação física computadorizada em que são analisados
peso, altura, gordura e simetria corporais (proporção e harmonia
do corpo) e a postura com equipamentos especiais que dão uma
noção imediata de como está a distribuição de peso no corpo e o
grau de deformidade (quando existente). A partir daí são
prescritos os exercícios específicos, pois cada pessoa tem uma
resposta diferente. "A baixa estatura pode ou não constituir um
problema sério, mas com o PCA as pessoas podem ficar mais
tranquilas, pois tivemos resultados positivos de pessoas com até
65 anos de idade", enfatiza o cientista. Ele prossegue afirmando
que o tratamento pode iniciar a partir dos sete anos de idade,
pois neste período a criança está mais disciplinada para a
realização dos exercícios. As avaliações podem ser feitas também
precocemente para orientar os pais na condução de síndromes
genéticas, deformidades, crescimento e desenvolvimento normal da
criança ou bebê.
O programa estimula
todo o potencial genético da criança, ou seja, tudo o que ela
tem para crescer, além de alterações e mudanças no crescimento
ósseo e na estatura, bem como correções de deformidades, além de
estimular naturalmente o hormônio do crescimento (GH).
Heromar Coelho
informa, por meio de sua experiência profissional, o que mais
afeta as pessoas com baixa estatura: discriminação e preconceito
social, a induzindo ao isolamento, baixando a auto-estima e até
causando depressão. "Geralmente as pessoas me procuram com o
objetivo de aumentar a estatura, mas subjetivamente, estão
tentando ser felizes. Existem algumas que nem saem mais de casa.
Com as mudanças físicas e psicológicas proporcionadas pelo PCA
elas conseguem se reintegrar socialmente. A ciência busca novos
caminhos e recursos para minimizar o sofrimento das pessoas",
esclarece.

Com um mês já é
possível observar a evolução do tratamento e, dependendo do
objetivo da pessoa, este pode ser de curto, médio ou a longo
prazo. Trata-se de um método definitivo, pois causa alterações
anatômicas e estruturais através de estricção (força capaz de
alterar as estruturas anatômicas do corpo humano). Quando
falamos em estatura, a referência é o tamanho do esqueleto. Este
estágio garante um ganho em estatura permanente, irreversível.
O método só é contra-indicado para pessoas que não possam
realizar nenhuma atividade física. "É perigoso rotular uma
criança, dizendo qual vai ser sua estatura final, pois emoções
negativas diminuem a produção do hormônio de crescimento,
portanto, carinho e amor também são essenciais para um
crescimento e desenvolvimento saudáveis", conclui.
Heromar Coelho é um
cientista de renome internacional por suas publicações
científicas na UFC e universidades dos Estados Unidos. É também
Fisiologista e Biomecânico do Movimento com mestrado (EUA),
pós-graduado em Medicina Desportiva (EUA), Biólogo, Professor de
Educação Física, Acadêmico de Psicologia e Professor de Anatomia
da Universidade Federal do Ceará (Formação de Professores). Ele
avisa que ninguém, além dele, está autorizado a empregar os
meios e as técnicas desenvolvidas e utilizadas no tratamento,
sob pena de desrespeito aos direitos autorais e intelectualmente
protegidos, sem prejuízos das ações visando responsabilidade
civil e criminal.
Extraído do Jornal "Diário do Nordeste"- Fortaleza, Ceará -
04 de março de 2004.
|
 |